domingo, 19 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Como manter a forma e ter disciplina nas férias?
FRANCINE LIMA

Francine Lima
Repórter de ÉPOCA, escreve às quintas-feiras sobre a busca da boa forma física
Repórter de ÉPOCA, escreve às quintas-feiras sobre a busca da boa forma física
Minhas férias estão chegando, vou passar umas três semanas fora da cidade e não sei se vou conseguir manter o ritmo pauleira de exercícios que meu professor impõe nas aulas dele. Se eu parar completamente, vou perder muita coisa. Como disse meu professor, que também vai tirar férias, nessas horas o corpo é ingrato. Em apenas duas semanas, joga fora boa parte do condicionamento que a gente deu a ele ao longo de meses. Vou me conformar com a moleza na volta e recuperar tudo de novo no ano que vem ou vou dar um jeito de minimizar o impacto das férias, fazendo alguns exercícios durante as viagens?
Normalmente, dou uma relaxada. No ano passado, nos dez dias em que estive na praia, o único exercício que fiz além de caminhar calmamente pela cidade bonita foi uma corrida de uns vinte metros que disputei em velocidade com meu namorado. De resto, só descansei. Às vezes é bom não fazer nada.
Mas este ano estou com mais pique e com menos coragem de desperdiçar o condicionamento que conquistei. Se você estiver na mesma animação, veja se consegue aproveitar as dicas que selecionei para não desmoronar nas férias.
Se a viagem incluir estada num hotel chique, com academia, e se você estiver acostumado a fazer musculação, basta levar uma cópia da sua planilha de exercícios na mala. Vai poder manter a silhueta com todo o conforto, em temperatura controlada, com música ambiente e pouca gente. Chato, mas eficaz. Quase como não ter viajado...
Quem, como eu, não perderia o verão dentro de um hotel com ar condicionado, talvez prefira se exercitar ao ar livre. Caminhar, correr, pedalar, patinar, andar no mato, subir montanha, descer montanha, nadar, remar, jogar futebol, vôlei, basquete, frescobol... As opções já conhecidas e testadas são bastante variadas. E nem todas precisam de um espaço devidamente projetado para o esporte. Quem treina usando acessórios leves e portáveis, como corda, elásticos, tiras para movimentos suspensos e até um tapete de borracha, pode levá-los na bagagem e usá-los onde der: na varanda, na beira da piscina, na calçada, nos parques, praças e demais nas áreas públicas da cidade. Fácil.
Normalmente, dou uma relaxada. No ano passado, nos dez dias em que estive na praia, o único exercício que fiz além de caminhar calmamente pela cidade bonita foi uma corrida de uns vinte metros que disputei em velocidade com meu namorado. De resto, só descansei. Às vezes é bom não fazer nada.
Mas este ano estou com mais pique e com menos coragem de desperdiçar o condicionamento que conquistei. Se você estiver na mesma animação, veja se consegue aproveitar as dicas que selecionei para não desmoronar nas férias.
Se a viagem incluir estada num hotel chique, com academia, e se você estiver acostumado a fazer musculação, basta levar uma cópia da sua planilha de exercícios na mala. Vai poder manter a silhueta com todo o conforto, em temperatura controlada, com música ambiente e pouca gente. Chato, mas eficaz. Quase como não ter viajado...
Quem, como eu, não perderia o verão dentro de um hotel com ar condicionado, talvez prefira se exercitar ao ar livre. Caminhar, correr, pedalar, patinar, andar no mato, subir montanha, descer montanha, nadar, remar, jogar futebol, vôlei, basquete, frescobol... As opções já conhecidas e testadas são bastante variadas. E nem todas precisam de um espaço devidamente projetado para o esporte. Quem treina usando acessórios leves e portáveis, como corda, elásticos, tiras para movimentos suspensos e até um tapete de borracha, pode levá-los na bagagem e usá-los onde der: na varanda, na beira da piscina, na calçada, nos parques, praças e demais nas áreas públicas da cidade. Fácil.
Mas você pode querer se divertir mais do que exatamente treinar, o que eu acho uma ótima ideia. Afinal, estará de férias! Nesse caso, as alternativas são ainda mais numerosas. Sem pensar muito, consigo me lembrar de pula-pula, pingue-pongue, pega-pega, esconde-esconde, mãe da rua, queimada, pular corda, subir em árvore, plantar bananeira, dar cambalhota, pular muro, brincar de Saci, corrida de saco, salto em distância na areia... Criatividade e infância bem vivida servem para a gente continuar com as estripulias na idade adulta. Do que você gostava de brincar quando não havia adulto olhando?
O bom é que não existe local onde não seja possível fazer algum tipo de atividade física. Qualquer pedaço de chão é lugar. Qualquer parede é apoio. É só começar a olhar para as coisas com olhos de gente ativa. Até dentro do quarto do hotel, com um pé d’água caindo na rua, dá para se exercitar muito. A cama, se tiver pés mais ou menos altos, pode se transformar no teto de um túnel para você rastejar por baixo, imitando o treinamento militar. Um paraciclo, dependendo do tipo, pode virar barra paralela para fortalecer os tríceps. Um muro baixo pode virar um obstáculo a ser transposto, mais ou menos como faz o pessoal do Parkour, só que num nível iniciante. Cuidado, não vá se matar, por favor.
Os equipamentos e acessórios também podem ser improvisados. Uma ideia legal, boa para quem vai viajar de ônibus ou trem, só com uma mochila, é usar a própria mochila (cheia e pesada) como sobrecarga. De preferência, com a barrigueira aliviando o peso sobre os ombros. Experimente caminhar rapidamente com a mochila nas costas. Se estiver fácil, vá subir ladeiras. Ou subir uma escadaria, pisando os degraus de dois em dois. Vai trabalhar os glúteos, as pernas e o abdome sem perceber. Ainda está fácil? Então bote a namorada nas costas e carregue como se fosse um saco de batatas. Juro que existe quem treine assim.
Outro dia vi imagens de um moleque fazendo o movimento do kettlebell swing usando uma bolsa de alças curtas. No exercício original, a gente balança verticalmente entre as pernas um peso arredondado com alça que lembra um ferro de passar antigo. Não sei o que havia dentro da bolsa do moleque, mas dá para imaginar que poderiam ser pedras, areia, algo que pese e que seja fácil de conseguir. Parece possível fazer o mesmo com qualquer coisa pesada que tenha uma alça.
Se tomarmos esse exemplo da bolsa como parâmetro, a diversão pode crescer bastante. Quais objetos que você tem sempre por perto podem ser transformados em sobrecarga para algum tipo de exercício? Será que um cobertor amarrado com os dois cadarços do tênis podem virar uma grande medicine ball e ser lançado contra a parede, a uns três metros e pouco de altura? Com certeza, sapatos espalhados pelo chão serviriam muito bem de marcadores para uma corrida em ziguezague. Garrafas de água mineral vazias e uma bola de meia podem improvisar um joguinho leve de boliche no corredor. Quem acha que fazer exercícios é sempre chato só pode estar brincando...
Enfim, o que eu queria dizer é: você não precisa ficar sedentário durante as viagens, porque a desculpa de que a academia, o parque ou o professor não vão com você foi derrubada faz tempo. Se souber aproveitar as férias para inventar formas divertidas de se exercitar, é provável que você retorne aos treinos de sempre com motivação renovada e novas ideias para variar o programa quando o tédio vier.
E aí? Já planejou seu treino de férias? Que tal compartilhar conosco quais serão os melhores momentos?
(Francine Lima escreve às quintas-feiras)
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
A história de Neguinho
qua, 19/05/10
por Produto |
categoria Viagem
Amigos,
Aí está a história de Neguinho mais detalhada.
Neguinho veio da periferia com garra para ser mais um vencedor na vida. Contava com a sua inteligência, o seu jogo de cintura e, além de tudo, com a sua esperteza em marketing. Com isso, melhorar de vida com um trabalho bacana era consequência boa dos seus esforços.
Natural de Damolândia, interior de Goiás, veio para Goiânia na infância. Na época, o seu pai era servente de pedreiro, a sua mãe lavadeira e ainda tinha sete irmãos. Digamos, uma grande família!
Todos moravam em Vila Brasília. Muitos dos seus parentes trabalhavam na lanchonete Biscoitos Pereira e, consequentemente, não demorou muito para Neguinho também conseguir um emprego na lanchonete. Muito atencioso, percebeu que a mão de obra dos funcionários e o tratamento com os clientes poderiam melhorar. Passou então a chamar os clientes por nome, reparava nos cortes de cabelos das mulheres, era um verdadeiro marqueteiro por intuito – o que chamou a atenção da clientela que aumentou, como também de muitos empresários, empregadores, acadêmicos….
No decorrer, o seu salário modificou consideravelmente, levando-o a uma nova função na lanchonete Biscoitos Pereira. O trabalho que vem desempenhando na lanchonete também é de construção de parcerias, elaborações de palestras para cursos acadêmicos. E por aí vai…
Hoje Neguinho trabalha, religiosamente, das 04h15 às 18h00, para atender os seus clientes que saem cedo para o trabalho e aqueles que não deixam de passar na lanchonete para um cafezinho preparado pelo Neguinho. Com um dinheirinho extra nas mãos, Neguinho almeja estudar Inglês e informática para enriquecer os seus conhecimentos.
Um empresário, na época, o convidou para palestrar e, daí em diante, não parou mais de surgir contatos para uma palestra com um grupo de funcionários daqui, outro grupo dali. Neguinho já fez mais de 40 palestras e, sempre quando convidado para palestrar em faculdades e ONGs, não cobra. Com muitos alunos querendo ouvir a sua história, suas falas sobre motivação, sobre dicas de como trabalhar melhor, de como qualificar a mão de obra... Neguinho diz que a sua mãe chora sempre de orgulho!!!
Neguinho hoje tem 04 filhos e continua trabalhando em Goiânia, na Biscoitos Pereira.
Infelizmente não conseguimos exibir a entrevista das simpáticas donas da padaria assim como dos colegas de trabalho, nem da família dele, mas eu tenho certeza que vocês ainda irão ouvir falar muito de Neguinho. Um guerreiro….
Fonte: Fantástico
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
População Brasileira - Censo 2010
Censo 2010 revela que população brasileira é maior que 190 milhões
Publicada em 29/11/2010 às 23h56mCássia Almeida, Dandara Tinoco e Juliana Castro RIO - O resultado do Censo 2010, divulgado nesta segunda-feira, revela que o Brasil tem uma população de 190.732.694 pessoas. Em comparação com o Censo 2000, ocorreu um aumento de 20.933.524 habitantes. Esse número demonstra que o crescimento da população brasileira nos últimos dez anos foi de 12,3%, inferior ao observado na década anterior: 15,6% entre 1991 e 2000.O levantamento do IBGE também revela que há 97.342.162 mulheres e 93.390.532 homens, o que significa que há 95,9 homens para cada cem mulheres. ( Confira os municípios com mais homens e mulheres )A maioria da população, 84,35%, vivem em área urbana. No Censo de 2000, esse percentual era de 81,25%.- Desde 1940, o que a gente observa é que a população residente na área rural fica na casa dos 30 milhões de habitantes - disse o presidente do instituto, Eduardo Pereira Nunes. Ele lembrou, no entanto, que antes a população total do Brasil era muito menor, em comparação com a atual.A Região Sudeste continua a ser a mais populosa do Brasil, com 80.353.724 pessoas. No entanto, a região perdeu participação na população brasileira: de 42,8% caiu para 42,1%. Também perderam as regiões Nordeste (de 28,2% para 27,8%) e Sul (de 14,8% para 14,4%). Já as regiões Norte e Centro-Oeste aumentaram os percentual da população. A região Norte passou de 7,6% para 8,3%, e a Centro-Oeste, de 6,9% para 7,4%.Entre os estados, São Paulo continua sendo o mais populoso com 41.252.160 habitantes. Por outro lado, Roraima é a unidade da federação com menos habitantes: 451.227 pessoas. O Rio de Janeiro é o terceiro estado mais populoso, com 15.993.583 habitantes. Houve um aumento de 11,13% em relação ao último Censo.Rio é a segunda cidade mais populosa do paísSão Paulo segue sendo a maior cidade do país, com 11.244.369 habitantes. Já Rio de Janeiro vem em seguida, com 6.323.037 pessoas. Brasília subiu no ranking das cidades mais populosas do país, da 6° para a 4° posição. Manaus também subiu, de 9° para 7°. Já Belo Horizonte (de 4° para 6°), Curitiba (de 7° para 8°) e Recife (de 8° para 9°) caíram no ranking.Desde 2000, 19 municípios mais que dobraram a população. O maior aumento do número de habitantes ocorreu em Balbinos (SP). A população do município cresceu 199,47%, de 1.313 habitantes para 3.932. A população de Rio das Ostras (RJ) foi a segunda que mais aumentou de tamanho: passou de 36.419 para 105.7757, seguida por Pedra Branca do Amapari (AP), que cresceu 168,72%.O Censo visitou 67,6 milhões de domicílios em quatro meses de coleta de informações. Os dados são referentes a 1º de agosto de 2010. Em 56,5 milhões de domicílios, os moradores foram entrevistados.Os recenseadores encontraram ainda 6,1 milhões de domicílios vagos, ou seja, sem morador. Os domicílios de uso ocasional somaram 3,9 milhões. Já o número de domicílios coletivos (hotéis, pensões, presídios, quartéis, postos militares, asilos, orfanatos, conventos, alojamento de trabalhadores, etc) foi de 110mil.Um total de 901 mil foram classificados como fechados. Nesses casos, o IBGE utilizou uma metodologia para estimar o número de pessoas residentes, que consiste em atribuir a cada domicílio fechado o número de moradores de outro domicílio, que havia sido inicialmente considerado fechado e depois foi recenseado. De acordo com o IBGE, esta é uma prática já adotada por institutos oficiais de estatísticas internacionais de países como Estados Unidos, Canadá, Austrália, México e Nova Zelândia, igualmente já utilizada na Contagem de 2007 realizada pelo IBGE. Fonte: O Globo
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