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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Só uma sacola???

Família britânica produziu apenas uma sacola de lixo em 2010


Família Strauss
Os Strauss criaram o site www.myzerowaste.com para contar a experiência
Uma família britânica diz ter conseguido produzir apenas uma sacola de lixo em todo o ano de 2010.
O casal Richard e Rachelle Strauss e a filha Verona, de 9 anos, reciclam praticamente tudo, plantam grande parte da própria comida e transformam restos de alimento em adubo.
Além disso, eles compram produtos diretamente de produtores locais para evitar embalagens em excesso e quando vão ao açougue, por exemplo, eles levam os próprios recipientes.
Em 2009, eles conseguiram reduzir sua produção de lixo para apenas uma lata. Em 2010, os Strauss, que vivem em Longhope, no condado de Gloucestershire, eles decidiram aumentar o desafio e não produzir lixo nenhum.
"Estamos muito felizes com o resultado. Nós sabíamos que produção 'zero' de lixo seria impossível, mas se você não colocar as metas lá no alto, nunca vai saber o que pode alcançar", disse Rachelle Strauss.
A pequena sacola de lixo continha alguns brinquedos quebrados, lâminas de barbear, canetas e negativos fotográficos.
Contaminação por plástico
A ideia de reduzir drasticamente a produção de lixo da família surgiu em 2008, mas quando Rachelle falou com o marido sobre sua proposta, percebeu que ele não estava interessado.
"Richard só resolveu encampar a ideia depois de ler uma série de artigos sobre os danos causados à vida marinha pela contaminação por plástico. Ele ficou muito impressionado", disse Rachelle à BBC Brasil.
Os Strauss começaram o desafio reduzindo o uso de plástico. Depois, passaram a reciclar e reaproveitar cada vez mais, além de usar baterias recarregáveis e painéis solares para gerar energia.
A experiência foi contada em um site na internet, o www.myzerowaste.com, que acabou virando referência sobre reciclagem e tem mais de 70 mil visitantes por mês.
"Para quem quer reduzir a produção de lixo, minha primeira dica seria pensar no que você está comprando e escolher produtos com menos embalagem e com invólucros que sejam recicláveis. Em segundo lugar, é importante evitar o desperdício de alimento. Aqui na Grã-Bretanha, um terço da comida que compramos acaba no lixo. Em terceiro lugar, tente reciclar o máximo que puder", aconselha Rachelle.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O efeito estufa do Brasil

Emissão de gases do efeito estufa cresce 45% em 11 anos no Brasil

Poluição na China
Dados consolidam Brasil como o 5º maior emissor do mundo.
As emissões brasileiras de gases que contribuem para o efeito estufa cresceram 45% em 11 anos, de 1994 a 2005, atingindo, no total emitido apenas nesse último ano, 2,19 bilhões de toneladas, indica um levantamento divulgado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia nesta terça-feira.
O dado faz parte do inventário de emissões que servirá para atualizar as estatísticas sobre o país na Convenção do clima das Nações Unidas, cujos signatários voltam a se reunir no final de novembro em Cancún, no México.
O novo número consolida a posição brasileira como o 5º maior emissor de gases de efeito estufa do mundo, atrás de China, Estados Unidos, União Europeia e Indonésia.
Esse é o segundo levantamento sobre emissões produzido pelo Brasil. Na última edição, que considerou até o ano de 1994, o volume de emissões registrado nesse ano foi de aproximadamente 1,6 bilhão de toneladas.
Otimismo
Apesar de um crescimento acumulado de 45% em 11 anos, o governo brasileiro acredita que o país poderá fechar o ano de 2009 com 1,77 bilhão de toneladas de gases emitidos, o que representa uma queda de 19% em relação a 2005.
O Palácio do Planalto viu com “otimismo” o fato de o Brasil ter conseguido reduzir o volume de gases emitidos em 2005, na comparação com 2004, após sete anos consecutivos de crescimento das emissões.
Em 2004, esse volume foi de 2,6 bilhões de toneladas.
Mesmo sendo cedo para constatar uma tendência de queda, o número foi comemorado e fará parte dos “trunfos” que o governo brasileiro pretende apresentar na reunião do clima (COP 16), em Cancún.
Além disso, existe ainda a expectativa no governo de que os dados sobre o desmatamento na Amazônia referentes a este ano apontem um novo recorde de queda, o que para muitos no governo também tende a “fortalecer” a posição brasileira entre os negociadores.
De acordo com o levantamento do Ministério da Ciência e Tecnologia, mudanças no uso da terra e florestas, que inclui as consequências do desmatamento, representaram 61% do total de gases do efeito estufa emitidos pelo país em 2005.
O setor agrícola, com queima de resíduos e o manejo de dejetos animais, vem em segundo lugar, com 19% do total, seguido pelo setor energético (15%) e pelo de processos industriais (3%).
No final de 2008, o Brasil assumiu como meta voluntária a redução de até 38,9% de suas emissões até 2020, considerando como base o ano de 1990.
Pessimismo
Governos e ambientalistas estão pessimistas quanto a um acordo formal em Cancún, já que diversos pontos essenciais, como por exemplo metas de redução entre os países ricos, não foram ainda acertados.
“Eu não espero que os grandes líderes do mundo compareçam (à reunião), porque, como não tem acordo, possivelmente ninguém irá se expor”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Mas eu estarei lá”, acrescentou.
O próprio presidente, no entanto, havia cogitado não comparecer à COP 16, em função da baixa possibilidade de um acordo e da ausência dos principais líderes.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está entre as prováveis ausências.
O chanceler Celso Amorim, que também participou do evento para divulgação do inventário, disse que as expectativas brasileiras sobre um acordo em Cancún são “modestas”.

domingo, 17 de outubro de 2010

Campanha Promocional do Brasil

Campanha Embratur

Minas Gerais

Santa Catarina

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Rio Grande do Sul

Maranhão

Paraná

Bahia

Alagoas

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Pará

Tocantins

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Mato Grosso